• Elis Busanello

Um brinde à alegria!

Pediram para eu escrever sobre a alegria. Fiquei pensando se deveria escrever sobre ela num dia em que estivesse sentindo muita alegria ou em qualquer dia. Não decidi na hora, adiei dois dias por falta de tempo, entraram outras tarefas e eu tinha aquela sensação de débito com alguém até que lembrei: Alegria, é pra já!


Analisando... Qual meu sentimento neste momento em que escrevo? Não é de alegria. É de apreensão, mas isso não me impede de mudar e... É pra já, pois quem manda em mim sou eu.


A alegria emociona, faz até chorar. Foi o que senti quando nasceram os meus filhos. Mas será que a é alegria que faz chorar? Muitos de nós, ao experimentar a alegria genuína, acessa alguma crença de não merecimento. O botãozinho “isto é muito para você” foi apertado e então, o estado de alegria provoca o choro, nas pessoas que não se sentiram aptas ou merecedoras de viverem a alegria. Alegria é energia pura, genuína, não tem choro, nem dor.



Quando passei no vestibular a alegria se misturava com o orgulho, pois me senti uma privilegiada. Isso mesmo... Além das provas tivemos entrevista e eu convenci os mestres de que deveria ser uma das bolsistas.


Senti alegria um montão de vezes quando bati as metas nas empresas em que trabalhei. Novamente o peito ficou estufado. Nestas situações comemorei com minha equipe, pois as ferinhas fizeram a parte delas. A alegria compartilhada tem um sabor especial.


No último domingo a alegria foi em Laranjeiras, comendo marisco, olhando minha filha de seis anos brincar na areia e na água, admirando ela fazer amizades com muita facilidade, conversando com minha família... Um dia como aquele na praia é maravilhoso e neste caso a alegria traz a paz.


Quando a família que mora longe chega para passar as férias na minha casa começa uma seqüência de alegrias. No início é a saudade que se acalma, depois o calor humano e o apetite que se esbalda no tradicional churrasco de família. Por falar em família, tomar chimarrão com minha mãe bem cedinho, sentindo a brisa da praia chegando à sacada do meu apartamento é uma alegria doce, lembra ternura e amizade verdadeira.


Chego então à conclusão de que a alegria está sempre bem acompanhada. Os nobres sentimentos são seus parceiros. A alegria vem de dentro e é revelada pelo sorriso e pelo olhar. Os mais expansivos gargalham e os introvertidos entortam a boca tentando um sorriso. Os falsos não sabem o que é isso e acham que enganam enquanto cultivam suas gastrites.


Minha proposta é semear e cultivar a alegria em todas as dimensões, pois energia positiva atrai pessoas e coisas boas. Além disso, afasta os aborrecidos e chatos.


Faço um brinde a quem me lembrou que “a alegria é meu estado natural”. Honro e agradeço por esta lição de Dulce Magalhães, a dona da risada mais gostosa e alegre que conheci.


Elis Busanello


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