Os gênios e os inteligentes

Faço aqui algumas reflexões sobre a genialidade, nesta fria manhã de julho de 2009.


Michel Jackson foi um gênio da música, superado pela mediocridade do seu pai. Hoje ele, o gênio, já não pode voltar atrás e fazer diferente. Sobre a vida que viveu e o fim que teve, pergunto: - O que pesou mais? O gênio da genialidade ou o gênio do comportamento? O que foi determinante no rumo da sua história pessoal (não da sua fama)?


Pensar sobre isto pode nos ajudar a fazer melhores escolhas.


Outro exemplo conhecido é Isaac Newton, cientista inglês, físico, matemático, astrônomo, alquimista, filósofo e teólogo, mais conhecido como gênio de talento excepcional na física e na matemática, pelo descobrimento da lei da gravitação universal e as três leis de Newton, que fundamentaram a mecânica clássica. Ele era considerado um homem de gênio difícil, solitário, inseguro e rancoroso.


Sobre a genialidade, vejam o que está apresentado no portal Wikipédia: “Gênios são dotados de excepcional brilhantismo, mas freqüentemente também são insensíveis às limitações da mediocridade, bem como são emocionalmente muito sensíveis, algumas vezes ambas as coisas.” Traduzindo, podem ser inflexíveis à realidade da maioria, menos genial e mais inteligente na condução das rotinas da vida.


Outro gênio que nos presenteou com suas criações foi Wolfgang Amadeus Mozart. Lembram do filme? Irreverente, sonhador, excêntrico, louco... e fraco. E as composições musicais? Geniais!!!



Se a genialidade é condição de poucos então, a imensa maioria pode, se quiser, buscar ser o melhor, maximizando as potencialidades, as habilidades e corrigindo as limitações. Agir estrategicamente neste sentido é sinônimo de inteligência. Isto teria dado ao rei do POP uma vida melhor, mais verdadeira e duradoura, com certeza. Outro que provavelmente ainda estaria entre nós é Garrincha.


A inteligência pode ser desenvolvida. Viver bem em diversos cenários, interagindo eficazmente com os atores dos processos é resultado da inteligência interpessoal. Para que ela aconteça naturalmente, é preciso desenvolver antes a inteligência intrapessoal, a do autoconhecimento.


Quando somos ignorantes, desconhecemos. Sobre muitas coisas, temos informações. Quando temos conhecimento, sabemos o quanto sabemos. Quando temos sabedoria, acessamos o nosso conhecimento e o transformamos em atitudes. Este é um roteiro guiado pela inteligência.


O que é mais importante e oportuno então? Ser gênio ou ser inteligente?


Elis Busanello

25/07/2009


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